Franchising no Brasil e nos EUA: Análise e Estratégias para Liderar em 2026

Se 2024–2025 consolidaram o franchising como uma das formas mais resilientes de crescimento – por combinar marca, replicabilidade e disciplina operacional, 2026 tende a ser o ano em que a estratégia passa do “crescer” para o “crescer bem”.

Com capital mais seletivo, consumidor mais pragmático e mão de obra mais disputada (ainda que em ritmos diferentes entre Brasil e Estados Unidos) o crescimento agora precisa ser mais estruturado.

A boa notícia: os cenários-base de atividade econômica para 2026 não sugerem colapso de demanda e sim crescimento moderado, com inflação mais controlada do que no pico pós-pandemia.

A má notícia: a taxa de juros segue como o grande divisor de águas, especialmente no Brasil, onde o custo de capital continua alto e impõe um ciclo mais duro para payback e maturação de novas unidades.

A seguir, vamos:

  • Comparar Brasil x EUA sob a ótica de PIB, emprego e juros em 2026;
  • Traduzir isso em implicações estratégicas para franqueadoras; e
  • Apresentar previsões por setores do franchising, com base em dados recentes e tendências macro.

Resumo:

Em 2026, o franchising entra em uma nova fase: menos sobre abrir unidades e mais sobre direcionar esforços e recursos de forma estratégica. Com juros ainda elevados no Brasil e normalização gradual nos EUA, crescer exige disciplina financeira, formatos eficientes e foco em densidade.

O artigo compara os dois mercados sob PIB, emprego e juros e traduz o cenário em decisões práticas para a alta direção – CEOs e diretores. Traz previsões setoriais, riscos reais de margem e estratégias para liderar com governança, tecnologia e retorno sustentável.

Qual é o caminho para transformar esforços e recursos em liderança sem perder o foco em resultados concretos?

Continue sua leitura e assuma o protagonismo no franchising 2026 transformando visão com inteligência!

1) O pano de fundo macroeconômico de 2026 – Brasil e EUA

1.1 Crescimento (PIB): expansão moderada, com diferenças estruturais

Pelos indicadores “At a Glance” do FMI, o cenário-base aponta crescimento em 2026 de 2,4% no Brasil e 2,0% nos EUA.

Isso, por si só, é uma mensagem importante para alta direção: não é um ambiente de retração generalizada, mas sim um ambiente onde a disputa por participação fica mais relevante do que a inércia do crescimento forte.

No Brasil, crescimento em torno de 2%–2,5% costuma ser suficiente para sustentar expansão, mas exige disciplina de execução: expansão mal calibrada transforma-se rapidamente em pressão para os franqueados, com maior necessidade de capital de giro num momento de juros elevados, custos inadequados de ponto comercial e alongamento do tempo de maturação da operação.

Nos EUA, a economia tende a responder mais rápido ao ciclo de juros (para cima e para baixo). O consumo é mais sensível a crédito e emprego e a velocidade de ajuste costuma ser maior.

1.2 Emprego: mercado de trabalho bom ainda é o padrão – mas a tendência importa

Nos EUA, projeções oficiais do Congressional Budget Office (CBO) indicam desemprego caindo para aproximadamente 4,2% em 2026 (após 4,5% em 2025, na visão do órgão).

Isso significa que o consumo se sustenta. Há também pressão salarial presente, o que tem efeito direto em franquias de serviços (margem) e alimentação (custo de operação).

No Brasil, o quadro é mais heterogêneo. Um ponto útil é observar que a própria ABF, ao contextualizar o setor, menciona cenário macro com referências ao FMI e ao Focus e aponta desocupação em 2026 maior do que 2025 no material sobre o setor.

O que isso tende a significar para franqueadoras no Brasil em 2026 é ambivalente:

    • Demanda: pode haver maior sensibilidade a preço e maior “trade-down”, com o consumidor migrando para opções mais baratas e com a mesma função.

    • Oferta de mão de obra: pode aliviar contratação em alguns mercados, mas não elimina gargalos em funções específicas (técnicas, atendimento qualificado e cargos de liderança).

1.3 Juros: o principal diferencial estratégico entre Brasil e EUA

Aqui temos a maior assimetria entre as duas economias.

EUA: na projeção de dezembro/2025 do Summary of Economic Projections (SEP) do Federal Reserve, o mediano para a taxa de juros no fim de 2026 é 3,4%, com desemprego mediano em 2026 de 4,4% e inflação de Personal Consumption Expenditures (PCE) mediana de 2,4%.

Na prática, isso sugere um 2026 de normalização gradual, com juros menos restritivos, mas não necessariamente voltando ao mundo de dinheiro quase gratuito.

Brasil e a Selic: o Boletim Focus do Banco Central é o termômetro mais acompanhado pelo mercado e no início de 2026, as projeções de taxa para 2026 seguem elevadas, ainda com dois dígitos.

Com Selic alta, o franchising brasileiro tende a operar em 2026 sob três regras:

    i.   Expansão precisa ser financeiramente mais à prova de juros, com unit economics melhor e payback mais curto.

    ii.  Alavancagem do franqueado vira risco (capital de giro e dívida).

    iii. Canais de financiamento e modelos de menor CAPEX ganham ainda mais valor (microfranquias, formatos compactos, conversões e dark kitchens quando cabível).

1.4 O risco invisível de 2026: inflação re-acelerar por ondas de investimento

Mesmo com tendência de desinflação, parte do mercado alerta para riscos de inflação persistente e/ou reaceleração, inclusive associada a grandes ondas de investimento (ex.: infraestrutura de tecnologia e energia).

Para franquias, isso importa por dois motivos:

    • Pressão em insumos, especialmente em alimentação e varejo.

    • Pressão em energia, aluguel e mão de obra, que corrói margem se a possibilidade de repasse de preço for limitada.

2) O que muda no franchising em 2026: a estratégia acima da operação

Se 2026 fosse resumido em uma frase para CEOs e diretores de expansão e operações, seria: “O mercado vai recompensar franqueadoras que tratam expansão como alocação inteligente de capital e não como simples contagem de unidades.”

Isso se desdobra em 6 escolhas estratégicas:

1. Expansão por densidade, não só por território

Em vez de abrir em todo lugar, crescer onde há capacidade de fortalecer a marca, onde a logística apenas expande o que já está estabelecido, o treinamento se beneficia da estrutura existente e já há presença digital local. Densidade costuma reduzir CAC local, fortalecer awareness e melhorar produtividade da equipe de campo.

2. Portfólio de formatos (CAPEX escalonado)

Ter, por marca, 2 ou 3 formatos: flagship (experiência), compacto (capilaridade), e econômico (com payback mais rápido). Isso reduz risco em ciclos de juros altos (Brasil) e acelera a entrada no mercado.

3. Seleção e governança de multifranqueados

O crescimento por multiunidades é ótimo até se transformar em um risco sistêmico. Em 2026, o limite de concentração por multifranqueados será um tema importante para o board. Endividamento máximo, concentração de unidades, compliance e qualidade serão as medidas de governança.

4. Precificação e mix como disciplina de margem

Em ambiente de consumo mais pragmático, o vencedor é quem domina elasticidade e mix: produtos âncora + upsell inteligente + engenharia de cardápio ou serviço.

5. Operação como plataforma: treinamento, dados e padronização

A tecnologia deixa de ser “sistema” e passa a ser mecanismo de replicabilidade: playbooks, auditoria digital, monitoramento de KPIs e correção rápida de desvios, potencializados por uso de IA.

6. Gestão do risco de crédito do franqueado

No Brasil, juros altos tornam a gestão de crédito da rede uma preocupação da franqueadora. Em 2026, franqueadora que não tiver uma visão clara de saúde financeira da rede tende a sofrer com as consequências de unidades com questões em sua saúde econômica.

3) Onde o setor está entrando em 2026: sinais recentes (Brasil)

Antes de prever 2026, vale olhar a trajetória do setor até a virada do ano.

A ABF mostrou que, no 3º trimestre de 2025, o franchising brasileiro teve faturamento total de R$ 76,607 bilhões, alta de 9,1% versus 3T24, com crescimento de faturamento em todos os segmentos.

No ranking setorial desse recorte, destacaram-se variações de faturamento como:

    • Limpeza e Conservação: +14,5%

    • Saúde, Beleza e Bem-estar: +13,1%

    • Alimentação – Comercialização e Distribuição: +12,7%

Esse ponto de partida sugere que 2026 começa com setores de serviços essenciais/recorrentes e autocuidado com boa tração, típico de ciclos em que o consumidor busca valor (percebido) e conveniência.

4) Previsões por setores do franchising em 2026 para Brasil e EUA

A lógica aqui é simples: PIB e emprego sustentam demanda, enquanto juros definem velocidade e qualidade da expansão e a inflação define pressão de margem e repasse ao consumidor.

A mesma indústria se comporta de forma diferente no Brasil e nos EUA, principalmente por custo de capital e dinâmica de mão de obra.

4.1 Alimentação (Food Service, Quick Service Restaurants, casual, cafés) e varejo de alimentação (distribuição e comercialização)

Brasil em 2026:

    • Demanda: tende a seguir forte em marcas com proposta clara de valor (preço, combo, conveniência, entrega).

    • Risco: margem pressionada por insumos e custos fixos. Com isso, a expansão deve migrar para formatos compactos e pontos com aluguel mais racional.

    • Estratégia vencedora: engenharia de mix, renegociação estruturada com fornecedores e disciplina de produtividade (tempo de atendimento, desperdício, turnos).

A tração recente do segmento (variações positivas no 3T25) reforça que há apetite, mas com seletividade.

EUA em 2026:

    • Demanda: emprego relativamente saudável sustenta fluxo, mas o consumidor segue comparando preço e benefícios.

    • Juros: com taxa projetada em patamar bem mais baixo que o Brasil (Fed Funds mediano 3,4% no fim de 2026), redes capitalizadas e multiunit operators tendem a seguir expandindo – porém com cobrança maior por retorno.

    • Tendência: foco em eficiência, automação e formatos que aumentem produtividade.

4.2 Saúde, Beleza e Bem-estar

Esse deve continuar como um dos motores de 2026, especialmente no Brasil, onde o segmento já aparecia como destaque de crescimento de faturamento no 3T25 (+13,1%).

Brasil em 2026:

    • Demanda: autocuidado consolidado como prioridade, com crescimento também impulsionado por serviços recorrentes (clínicas, estética acessível, bem-estar).

    • Risco: consumo pode migrar para “acessível premium”, com ticket menor, mais frequência e planos.

    • Estratégia: modelos de assinatura/recorrência, padronização clínica e governança (qualidade, compliance, treinamento).

EUA em 2026:

    • Demanda: personal services aparecem como uma das categorias com bom ritmo em relatórios do setor (ex.: outlooks do franchising apontam serviços pessoais como vetores em crescimento).

    • Risco: mão de obra cara, onde a retenção e produtividade são a diferença entre crescimento e compressão de margem.

4.3 Serviços (inclui Limpeza e Conservação, Serviços e Outros Negócios)

Limpeza e Conservação foi o maior crescimento do recorte 3T25 no Brasil (+14,5%).

Isso representa um movimento estrutural com foco em terceirização, demanda por conveniência e serviços recorrentes.

Brasil em 2026:

    • Demanda: serviços recorrentes e B2B/B2B2C tendem a performar bem em ambientes de juros altos, porque o franqueado busca previsibilidade de caixa.

    • Estratégia: contratos, recorrência, roteirização, eficiência operacional e tecnologia simples (agendamento, cobrança, NPS e CSAT de serviço).

EUA em 2026:

    • Demanda: serviços pessoais e alguns serviços residenciais seguem relevantes. A expansão favorece players com plataforma de aquisição local e padronização de qualidade.

    • Estratégia: escala com padronização, eficiência de mão de obra e domínio de aquisição local

4.4 Moda (vestuário, acessórios etc.)

No 3T25 brasileiro, Moda cresceu em faturamento (+7,5%), mas com variação de operações negativa no recorte (indicando crescimento mais por desempenho/mix do que por abertura).

Brasil em 2026:

    • Demanda: consumidor mais pragmático favorece marcas com preço/qualidade e forte execução omnichannel.

    • Risco: estoque e capital de giro (juros altos penalizam moda mais que serviços).

    • Estratégia: reduzir complexidade de sortimento, acelerar giro, integrar canal digital e loja para aumentar produtividade do metro quadrado.

EUA em 2026:

    • Demanda: varejo de franquias tende a crescer quando há estabilidade de emprego, mas enfrenta concorrência intensa de e-commerce e value retail.

    • Estratégia: diferenciação por comunidade local, experiência e conveniência (pickup/returns) e menos dependência das promoções que destroem margens.

4.5 Casa e Construção

No Brasil, Casa e Construção apareceu com crescimento no 3T25 (+6,4%).

Brasil em 2026:

    • Demanda: vai depender mais diretamente do crédito e confiança. Com Selic elevada em 2026 segundo o Focus, a categoria tende a privilegiar serviços/obras menores, manutenção e eficiência (reformas pontuais), não necessariamente grandes projetos. As eleições deste ano podem também afetar custos e disponibilidade de mão de obra se o governo atual decidir realizar investimentos em moradia.

    • Estratégia: ofertas fatiadas (ticket menor), parcerias B2B e modelos com menor necessidade de estoque.

EUA em 2026:

    • Demanda: home services pode seguir resiliente, mas a sensibilidade a juros (hipotecas e crédito) afeta reformas maiores.

    • Estratégia: foco em manutenção, eficiência energética e serviços de alta recorrência.

4.6 Educação

No recorte 3T25 no Brasil, Educação teve crescimento de faturamento menor (+2,5%), mas aumento de operações no período (sinal de expansão por capilaridade/formatos).

Brasil em 2026:

    • Demanda: educação profissionalizante e idiomas tendem a se beneficiar de um mercado de trabalho mais competitivo e procura por requalificação.

    • Estratégia: propostas ligadas a empregabilidade, parcerias com empresas locais e modalidades híbridas (presencial + digital) para elevar margem e escala.

EUA em 2026:

    • Demanda: categorias educacionais e de treinamento podem acompanhar o ciclo do emprego. Mesmo com desemprego baixo/moderado, a demanda por upskilling se mantém.

   • Estratégia: foco em posicionamento como investimento econômico e não como consumo.

4.7 Hotelaria e Turismo

No Brasil, Hotelaria e Turismo cresceu no 3T25 (+9,1%).

Brasil em 2026:

    • Demanda: turismo pode seguir com demanda, mas o câmbio e o crédito têm impacto. Se o real estiver relativamente estável (como o Focus costuma monitorar), a dinâmica fica mais ligada à renda e confiança.

    • Estratégia: redes que dominam conversão digital e distribuição (marketplaces, parcerias) capturam mais.

EUA em 2026:

    • Demanda: viagens corporativas e lazer tendem a depender do ciclo e do custo de capital, mas o mercado americano costuma sustentar volume quando o nível de emprego é relativamente bom.

   • Estratégia: aumentar a receita por quarto em vez de priorizar volume. Conversão de hotéis independentes. Melhor atendimento ao novo aos novos padrões de viagens corporativas, com menos volume e maior dispêndio em viagens que misturam trabalho e lazer (bleisure).

4.8 Entretenimento e Lazer

No 3T25 brasileiro, Entretenimento e Lazer cresceu em faturamento (+11,8%), embora com variação negativa de operações no recorte (ajustes de rede/portfólio).

Brasil em 2026:

    • Demanda: categoria discricionária pode ser volátil em juros alto e os vencedores serão os que oferecem valor claro, recorrência (membership) e integração com alimentação/experiência.

    • Estratégia: reduzir CAPEX por unidade, elevar taxa de retorno e criar programas de fidelidade.

EUA em 2026:

    • Demanda: com mercado de trabalho relativamente firme, experiências podem continuar, mas a concorrência por tempo e orçamento é brutal.

    • Estratégia: mudar o foco de eventos pontuais para recorrentes com previsibilidade, posicionamento de lazer como experiência social e associação do entretenimento com comida e bebidas.

4.9 Comunicação, Informática e Eletrônicos + Serviços Automotivos

No recorte 3T25 no Brasil, Comunicação/Eletrônicos cresceu em faturamento (+7,8%), mas com queda de operações. Automotivos cresceu em faturamento (+8,9%) com leve queda em operações.

Brasil em 2026:

    • Demanda: tecnologia/eletrônicos depende de crédito e ciclo de consumo. O automotivo pode se apoiar em manutenção (carro usado, frota, serviços recorrentes).

    • Estratégia: para automotivo, contratos e pacotes. Para eletrônicos, serviços e pós-venda como ampliadores de margem de venda.

EUA em 2026:

    • Demanda: automotivo e manutenção costumam ser resilientes. Já a tecnologia segue pressionada por ciclos de produto e competição de preço.

    • Estratégia: foco em SMBs e mercado local, expansão de serviços e gerenciamento do ciclo de vida de produtos.

5) Um “mapa” prático para 2026: como transformar previsão em decisão

Para a alta direção, o valor real das previsões é orientar escolhas. Em 2026, a sugestão é que franqueadoras organizem o plano anual em quatro pilares:

1. Tese de crescimento por setor e formato

Definir “onde vamos ganhar”. Conveniência? Serviços recorrentes? Premium acessível? Território específico?

2. Estratégia de capital

• Brasil: desenhar expansão com premissa de juros altos, considerando payback, capital de giro e inadimplência.

• EUA: aproveitar custo de capital menor, mas com disciplina de retorno (ROIC por cluster).

3. Excelência replicável – operação como produto

Treinamento, auditoria, dados, playbooks e consultoria de campo como forma de reduzir variância entre unidades e conduzir a performance.

4. Governança da rede

Multifranqueados, concentração, compliance, indicadores de saúde financeira e “early warning” de deterioração.

Conclusão

Em 2026, o franchising tende a ser menos sobre euforia de abertura e mais sobre engenharia de crescimento.

No Brasil, o setor deve continuar crescendo, mas sob a disciplina de juros altos e elevado custo de capital: isso favorece serviços recorrentes, autocuidado, conveniência e modelos de CAPEX controlado. Nos EUA, com cenário de juros mais baixo e emprego relativamente sustentado, o franchising deve seguir performando acima da média da economia, porém com pressão de mão de obra e maior exigência de produtividade e uso de tecnologia.

Para CEOs, diretores de expansão e operações, a vantagem competitiva em 2026 deve vir de três verbos: selecionar, padronizar e densificar – e não apenas abrir.

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Fontes:

https://www.imf.org/en/countries/bra

https://www.cbo.gov/publication/61738 https://www.federalreserve.gov/monetarypolicy/files/fomcprojtabl20251210.pdf https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260102.pdf

https://www.reuters.com/world/asia-pacific/ai-driven-inflation-is-2026s-most-overlooked-risk-investors-say-2026-01-05

https://www.imf.org/en/countries/usa https://www.infomoney.com.br/economia/boletim-focus-projecoes-analistas-05012026/

https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/focus-mercado-ve-selic-menor-em-2026-e-volta-a-reduzir-projecao-do-ipca

https://www.abf.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Desempenho_Franchising_3Tri_2025.pdf https://www.franchise.org/franchising-economic-outlook